Publicada em 16 de Agosto de 2010 às 00h23 Versão para impressão
Ferrer Freitas, Teresina-PI disse:
Deixado em 05/10/2010 às 16h35
Caro Heitor, o meu "Ferrer" não é sobrenome e sim complemento do nome composto "Pedro Ferrer", herdado do meu avô materno. Aqui em Teresina, onde resido (sou de Oeiras, primeira capital do Piauí), o atual prefeito que, se não me engano, é de Lavras das Mangabeiras (CE) tem o sobrenome "Férrer" (com acento no primeiro "e"). Trata-se de cidadão educado e de fácil que, com certeza, poderá tirar suas dúvidas. De qualquer modo, estarei sempre à sua disposição.Cordial abraço.
Heitor Feitosa Macêdo, Crato-CE disse:
Deixado em 28/09/2010 às 02h26
Ferrer, desculpe-me se eu for inconveniente, mas é que gostaria de saber da origem desse seu sobrenome, "Ferrer". isto por que estou ensaiando um artigo sobre um ramo desta família, sei que muitos migraram para o Piauí. O tronco a que me refiro é ao dos descendentes do capitão Salústio Tertuliano Bandeira Ferrer, pernambucano arraigado no sertão dos Inhamuns e do Cariri cearense. Este teve os filhos: Luiz Ferrer (herói da Guerra do Paraguai); Fausto; Salústio, Epifânia Estefânia Bandeira Ferrer e salustina Tertulina Bandeira Ferrer. Obsequiosamente, se o amigo conhecer esses nomes ou qualquer informação sobre tais indivíduos, serei muito grato.
antonio amorim de souza, Brasília-DF disse:
Deixado em 24/08/2010 às 22h31
Cumpadre Ferrer, eu estou morando em Brasília, por favor, quando da sua viagem à Goiânia, não se esqueça de visitar-me. Estarei em Oeiras, no dia 1°.09.2010. Um abração do amigo Toim de Aderson.
Ferrer Freitas, Teresina-PI disse:
Deixado em 24/08/2010 às 16h59
Caríssimas Cassi e Maryllia, muito obrigado. É extremamente gratificante receber parabéns por um texto elaborado com muito amor.
Ferrer Freitas, Teresina-PI disse:
Deixado em 24/08/2010 às 12h13
"Cumpade Tõim", puxa, que surpresa agradável seu comentário. Tenho perguntado ao Valderi por você. Sinto também muita saudade dos tempos de Rio. Estou me programando para uma ida a Goiânia em outubro próximo, quando farei o possível pra passar uns dois dias aí em Brasília. Minha filha, Juliana, médica, esta fazendo residência em Goiânia e não quero perder a oportunidade de estar com ela, o bem maior. Aproveito para recomendar a esse Amigo a leitura de outra crônica que está neste portal. O título é: "A Ida (sem volta) do Boêmio". Falo do Geraldo Nogueira (ou de Leomiza) quando do seu falecimento, há uns seis meses atrás. Grande abraço, siô. O velho Bena se foi, para tristeza dos amigos.
antonio amorim de souza, Brasília-DF disse:
Deixado em 20/08/2010 às 19h43
cumpadre Ferrer. Vejo com alegria a sua crônica à velhice. Que saudades do tempo em que estudamos juntos no Rio de Janeiro, eu, você, cumpadre Lulu e o Bena. Gostei de reve-lo em prosas. Um abraçao do Cumpadre Toim de Aderson.
Maryllia Reis Lopes, Teresina-PI disse:
Deixado em 19/08/2010 às 10h12
Caro Ferrer, Parabéns por esse belo artigo. Tenho 24 anos e espero em Deus, ter uma velhice saudável, alegre e feliz! Gostei muito quando o senhor citou essa frase: "Finalmente, não custa repetir aos jovens de hoje o óbvio: eles serão os idosos de amanhã"... Eu tenho essa conciência! Um grande abraço.
Cassí Neiva., Oeiras-PI disse:
Deixado em 16/08/2010 às 21h12
Prezado Ferrer,
Parabéns pelo contundente e emergente artigo sobre a velhice.
Nós brasileiros precisamos lutar pela operacionalização de políticas públicas em prol de uma velhice sadia e tranquila.
A sua alma de poeta e artista da palavra, revela neste artigo as agruras por quais passam os idosos brasileiros.
Continue escrevendo, conscientizando a humanidade e revelando que envelhecer é presente de Deus. É GRAÇA DIVINA.
Saiba que você é dez.