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Iphan tomba Oeiras como Patrimônio Cultural Brasileiro

Publicada em 26 de Janeiro de 2012 às 23h08 Versão para impressão

Atualizada em 28/01/2012 às 10h49


Foto: Thiago Amaral Oeiras Oeiras
O Conselho Consultivo Patrimônio Cultural do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional - Iphan - aprovou nesta quinta-feira (26) em Brasília/DF os tombamentos dos conjuntos históricos e paisagísticos de Oeiras. A decisão foi tomada com base na representatividade das cidades para a expansão da colonização do Piauí, que se deu do interior para o litoral. A cidade de Piracuruca também foi tombada.

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Além delas, tombados pelo Iphan o Conjunto Histórico e Paisagístico de Parnaíba; o Cemitério do Batalhão, em Campo Maior; a Igreja São Benedito, a Ponte Metálica João Luís Ferreira e a Floresta Fóssil do Rio Poti, em Teresina; a Igreja Matriz de Nossa Senhora do Carmo, em Piracuruca; o Parque Nacional da Serra da Capivara, em São Raimundo Nonato; e a Ponte Grande, o Sobrado João Nepomuceno e a Igreja Matriz de Nossa Senhora da Vitória, em Oeiras.

Também aguardam tombamento os conjuntos históricos e paisagísticos de Amarante, Pedro II e Teresina, que da mesma forma que as cidades originárias do século XVIII, continuam contando a história de ocupação do território piauiense, do Pátio Ferroviário de Teresina e da Igreja Nossa Senhora de Lourdes, também em Teresina. Além desses bens, ainda são buscados os registros da Arte Santeira em madeira do Piauí e da Cajuína como patrimônio imaterial do Brasil.

Oeiras

Em função de seu valor histórico da primeira capital do Estado do Piauí, entre 1939 e 1940 o Iphan tombou isoladamente três bens em Oeiras: a Ponte Grande, o Sobrado João Nepomuceno (1939) e a Igreja Matriz de Nossa Senhora da Vitória (1940). A proposta agora é abranger uma área mais ampla do Centro Histórico, que inclui alguns dos trechos mais antigos da cidade, como o conjunto da Praça das Vitórias, o entorno dos riachos do Môcha e da Pouca Vergonha,; o conjunto da Praça do Mercado Público Municipal e Praça Mafrense, e o conjunto do Largo do Rosário.

Além destes, o Iphan também pretende tombar a Casa do Canela, uma antiga propriedade rural de arquitetura tipicamente piauiense e totalmente preservada, e a Casa da Pólvora, o único edifício militar remanescente do período colonial no Piauí, construída para abrigar o paiol das forças militares da Capitania. Associadas a esse conjunto também se destacam manifestações culturais de longa tradição, que permanecem vivas no seio da comunidade em celebrações religiosas como a Procissão dos Passos, a Procissão do Fogaréu, o Congo de Oeiras, etc, e que dão sentido e estrutura ao espaço urbano e a ele estão fortemente vinculadas.

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Fonte: Ccom  |  Edição: Redação Mural da Vila

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Comentários (1)

  • Julimar Calisto, Oeiras-PI disse:
    Deixado em 31/01/2012 às 12h56

    Enquanto o IPHAN tomba Oeiras-PI como Patrimônio Cultural Brasileiro, as Pessoas da Rua Cônego Joao com a Rua Getulio Vargas, estão com medo dessa Antiga Casa tombar por cima deles. Pela forma que nós da rua observamos, eles dão mais valores os béns materiais do que a vida do sero humano!!

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