Publicada em 30 de Abril de 2010 às 00h42 Versão para impressão
Cine Teatro Oeiras
Amparo Tôrres, Oeiras-PI disse:
Deixado em 07/05/2010 às 10h18
Eu respeito a opinião do colega abaixo, mas discordo dela, visto que, trabalho diretamente com a secretária e sei que a mesma é aberta ao diálogo. Creio que o que houve foi falta de comunicação. Ta havendo muito "disse me disse". Ambos , (Carla e Lameck), são civilizados, educados, só ta faltando diálogo. Espero que isso se resolva da melhor forma possivel.
Edson, Teresina-PI disse:
Deixado em 06/05/2010 às 19h07
Não sendo pessimista, mas penso eu ser muito dificil haver dialogo entre as partes interessadas, pois com certeza existe politicagem pelo meio.
Assuéro Pinheiro, Oeiras-PI disse:
Deixado em 03/05/2010 às 09h28
Acredito que a secretaria de cultura e os representantes da classe artística oeirense deveriam se reunir e criarem um calendário cultural para a cidade, onde o cine pudesse ser utilizado o ano todo.
Lena, Teresina-PI disse:
Deixado em 02/05/2010 às 09h25
O comentário do Rogério está muito bem posto. Difícil é fazer determinados tipos, sobretudos os de fora, entenderem que o caminho a seguir deve ser o apontado no texto. Teatro fechado, povo calado.
Joca Oeiras, Oeiras-PI disse:
Deixado em 01/05/2010 às 19h44
O Rogério atinge, com grande sabedoria, o nó górdio da questão: se queremos que o Cine Teatro seja um instrumento público de elevação cultural dos oeirenses, é preciso que haja regras claras para o seu funcionamento. Falou, com seu costumeiro brilhantismo, o que eu gostaria de ter dito antes, ainda que de modo, certamente, mais singelo. Faço minhas, com muito orgulho, as palavras dele.
Raiane Veras, Morro Agudo-SP disse:
Deixado em 30/04/2010 às 20h46
De discurso velado o povo de oeiras está cheio precisando vê as coisas acontecerem.
Washington, Oeiras-PI disse:
Deixado em 30/04/2010 às 18h52
A doença é grave, mas tem solução!!! O nome do remédio é: "Competência".
Baltazar D. Monteiro, Redenção do Gurguéia-PI disse:
Deixado em 30/04/2010 às 08h34
Efim, alguém com a devida lucidez, apresenta sensatamente o caminho a ser trilhado neste e outros problemas que existem na vida de uma cidade. Agora bem fizemos, eu, voce, Cilene, Chico Carbó e Vanda Barromeu, que no dia da farsa de inauguração do teatro, estavamos no B. Jureminha, mais precisamente na Pça. José de Helena, assistindo à uma apresentação de Reisado.