Publicada em 29 de Janeiro de 2012 às 23h44 Versão para impressão
Ronaldo Sousa, Colônia do Piauí-PI disse:
Deixado em 31/01/2012 às 17h32
Paulo Santos, Catulo de Paulo não era da Paraíba mas do Ceará, da cidade de São Benedito. Leôncio, tu esqueceu de Joaquim Santana, homem valente, pai de Edwá, de Joaquim Ribeiro, o Tarimba, e de Joaquim Martins, pai do governador Wilson Martins.
Baltazar Dias Monteiro, Teresina-PI disse:
Deixado em 31/01/2012 às 08h31
Bindito de João Burane, essa é das boas e emblemática, tenhor noticias de outro causo do mesmo Chico Sá, fechando um salão de macumba lá pras bandas da Colônia.
leonel, Oeiras-PI disse:
Deixado em 30/01/2012 às 22h22
nós de oeiras, os jovens e os mais velhos precisamos dessa cultura dos causos de oeiras que deve ter muitos e que seria uma boa uma coluna de causos no mural da vila , certamente muitos a serem contados, pois oeiras tem uma tradição cultural belissima, mas a de causos precisa ser levada ao publico em geral. parabens mural da vila por abrir espaço pra os causos de oeiras. contimuem.
Paulo Santos, Teresina-PI disse:
Deixado em 30/01/2012 às 19h59
Um velho cantador da Paraíba, que já morreu, de nome Catulo de Paulo, fez uma música falando sobre a quantidade de Zé que havia na Paraíba. A parte inicial da letra era assim (acho): "Vixe como tem Zé,/Zé de baixo, Zé de riba/Desconjuro com tanto Zé/Como tem Zé lá na Paraíba."
Leôncio Osório, Oeiras-PI disse:
Deixado em 30/01/2012 às 16h50
Tá certo. Ô terra pra ter Joaquim. Que vê só: Joaquim Copeiro, Joaquim Reis, Joaquim (Quincas) Reis, Joaquim Samaritano, Joaquim Freitas, Joaquim de Silvério, Joaquim Caboclo, Joaquim Carvalho, Joaquim do Ponto Certo, Joaquim Barbeiro, Joaquim do Carcustô, Joaquim da Ladeira, Joaquim Lopes, Joaquim do Canela, Joaquim da Varjota, sem falar em muitos outros que não lembro agora. Este dessa estória passou por Oeiras depois da carreira que levou de Chico Sá e procurou Pedro Raposo pra se desculpá e foram até no Ciço Cego tomar umas biritas. Quando lá chegaram Ciço ficou preocupado e foi logo dizendo que não queria confusão no seu estabelecimento. Lembro muito de Alexandre Macaco com suas muletas. Era aleijado de uma das pernas e andava de muletas. Antônio de Tõinha gostava de um mé como o diabo. De dia cortava carne no açougue de Pedro Leite. Era irmão de Raimundo e de Conceição Leite. Ia esquecendo de outro de nome Joaquim Rapadura trabalhava de cangueiro pra seu Doca Nunes. Era irmão de Antônio Conrado aquele do trombone. Se eu tiver errado me corrija Divino Côco.
FRANCISCO XAVIER BATISTA LIMA, Brasília-DF disse:
Deixado em 30/01/2012 às 14h01
NÃO É SOMENTE EM OEORAS, MAIS LÁ , PRICIPALMENTE, HÁ ANOS PASSADOS ACONTECIA MESMO ESSE TIPO DE TRAVESSURAS, ÊTA OEIRAS BOA....