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Por que um prefeito que dá certo não pode ser candidato à reeleição?

Publicada em 27 de Janeiro de 2012 às 10h11 Versão para impressão

Atualizada em 28/01/2012 às 10h49


Informou-se, ontem, em Teresina, que a direção estadual do PPS não aceita que o prefeito Antônio Portela Sobrinho desista de concorrer à reeleição em Oeiras. Segundo acordo firmado nas comemorações do 24 de Janeiro, Portelinha, como é conhecido na cidade, abrirá mão da candidatura para apoiar o filho do ex-prefeito B.Sá, Lukano Sá (PSB). O governador Wilson Martins se envolveu pessoalmente na costura do acordo.

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Segundo Celso Henrique, presidente da executiva estadual do PPS, a direção do partido não foi sequer comunicada das negociações e vai cobrar explicações do prefeito Portelinha, que chegou ao poder após a queda do prefeito B. Sá (PSB), cujo mandato foi cassado por unanimidade, pelo Tribunal Regional Eleitoral, em 2010, sob a acusação de compra de voto.

Com a cassação de B. Sá, Portelinha assumiu a Prefeitura na condição de presidente da Câmara Municipal. Ele foi eleito para a Câmara no grupo do ex-prefeito. Tudo estava, portanto, em casa. Na eleição suplementar realizada em novembro de 2010, B. Sá lançou o filho Lukano como candidato a prefeito. Porém, a Justiça Eleitoral o considerou inelegível, por parentesco.

Sem outra alternativa, o ex-prefeito apoiou a candidatura de Portelinha, afinal vitorioso. Na disputa bipolarizada pelos
tradicionais grupos políticos do município - os “bocas-pretas”, partidários de B. Sá, e os “tupamaros”, seguidores dos Tapety – Portelinha venceu Aleksandra Tapety (PMDB). Ele obteve 10.668 votos (52,25%), contra 9.748 votos (47,75%) da adversária.

Mesmo fora da Prefeitura, pois exerce desde o início do governo Wilson Martins o cargo de secretário especial do Piauí em Brasília, B. Sá quis mandar mais que o novo prefeito. No final do ano passado, a medida do prefeito encheu e ele demitiu de sua equipe todos os auxiliares ligados a B. Sá, decretando o rompimento entre os dois. Na festa oeirense da Independência, quando o governo do Estado se instalou oficialmente em Oeiras para comemorar a data, Portelinha foi enquadrado. Com a faca na garganta, desistiu da candidatura e concordou em apoiar o filho do ex-prefeito.

Desde então, o que mais se pergunta nas esquinas, botecos, praças e alcovas de Oeiras é: por que um homem humilde, pobre, eleito prefeito pelo voto popular, que coibiu desmandos, equilibrou as finanças públicas, recuperou a credibilidade da gestão municipal junto aos funcionários e que não responde a nenhum processo por malversação de
recursos públicos, é obrigado a renunciar ao legítimo direito de pleitear a reeleição.
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Fonte: 180 Graus  |  Edição: Redação Oeiras

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Comentários (11)

  • alicia moreira lopes, Oeiras-PI disse:
    Deixado em 30/01/2012 às 09h19

    A avaliação só pode ser de alguém que não tá e muito menos vem em Oeiras.Os fatos descritos são inverdades de cunho bastante pessoal querendo fazer o povo de ot´rio, nunca o prefeito é isso de imediato só tenho a dizer sobre esses nunca que isso é verdade "eleito prefeito pelo voto popular, que coibiu desmandos, equilibrou as finanças públicas, recuperou a credibilidade da gestão " -eleito ele não foi,outro equilibrou finanças jamais pois a educação está de mal a pior,até carteiras, coisa prioritaria falta,isso porq não paga aos fornecedores vão nas escolas da zona rural pra vcs o que é desmando tudo falta, e coordenador apenas pra sentar nas mesas sem um pingo de preparo apenas pra puxar o saco da secretária que so sabe trabalhar embasada de fuxico porque não sabe fazer nada nem falar em grupo apenas de cochicho de duas a duas como equilibrou finanças se na educaçõa tem nada e por ultimo ate tentativa de suborno aos palestrantes pra ve se chega um dindim eu sei disso por q ta la anda a comentar na cidade isso é nojento, seja lá quem for esse q avaliou o prefeito é bom se por a par de outras versões antes de soltar tal noticias, credibilidade vai além muito alem de quem fica a ouvir fuxicos pra poder agir , ta pautada na justiça e na verdade que tanto o prefeito foge, pois desde que assumiu jamais juntou equipes pra uma avaliação da administração porq não sabe ouvir .Deixa o comentário sair o povo precisa saber mais.

  • Ferreira, Oeiras-PI disse:
    Deixado em 29/01/2012 às 15h21

    Diante dos comentários podemos dizer que Oeiras está sem representante;como diz o exprefeito casado o jaboti está em cima porque alguem colocou! isso mostra que um animal não pensa ,logo não pode governar por isso torna o pau mandado que vai se prejudicar por não ter pulso não ganha mais nem de vereador, isso é a consequência por acompanhar o senhor das águas!

  • Zé do Canela, Oeiras-PI disse:
    Deixado em 29/01/2012 às 12h00

    Por que se não fosse o apoio do B. Sá ele jamais teria sido eleito. A resposta é esta, nua e crua.

  • Se Faz de Doido, Vila Nova do Piauí-PI disse:
    Deixado em 28/01/2012 às 11h04

    Por que B Sá é egoista e ta na mão dele a escolha do candidato, Nesse ato n há consulta aos empresários,médicos e outros partidos que o apoiam, esses preferem se sob-meter a arrogância de um politico improbo do que entregar o poder a outro improbo chamado Tapety. Na verdade eu n acredito q o problema seja eles ou a administração patrimonialista deles, pra mim quem deve mudar primeiro é o povo a culpa é nossa, principalmente minha da politica oeirense ser utiliza para beneficio do administrador e n do bem comum. Mario Guerreiro propoz a tese:

    Os legítimos representantes do POVO
    Alguns admiradores de Maquiavel ? o que não é o meu caso ? criticaram meus artigos em que pretendi mostrar que Maquiavel era de fato maquiavélico, e isto a partir da adoção da máxima: ?os fins justificam os meios?.
    Alegaram alguns deles que Maquiavel jamais teria dito tal coisa. Fiz uma releitura de O Príncipe e realmente não encontrei a referida máxima. Contudo, não abandonei a idéia de que ela enfeixa uma síntese de seu pensamento, conforme vários o entenderam vários intérpretes do mesmo ao longo da história. Além disso, tenho boas razões para pensar que eles fizeram uma interpretação correta.
    Continuei pesquisando e procurei outras obras de Maquiavel. Deparei então com uma asserção feita por ele nos Discursos, 1.9: ?É uma máxima válida que ações repreensíveis podem se justificar por seus efeitos, e que quando o efeito é bom sempre justifica a ação?.
    O que isto senão uma paráfrase de ?os fins justificam os meios?? Reparemos que ele fala em ?ações repreensíveis?; e se elas assim são, é por causa dos meios empregados para levá-las a cabo. Porém se os fins são bons, não importa quais os meios empregados. Como diria a letra daquela canção de Cole Porter : ?Anything goes? (Qualquer coisa serve, vale tudo).
    E é justamente neste ponto que discordo veementemente de Maquiavel! Entendo que não só os fins como também os meios têm que ser seriamente levados em consideração quando está em jogo a eticidade de uma ação.
    E se esta preocupação com os meios e os fins não é seriamente levada em consideração, devemos estar preparados para assumir as mais drásticas conseqüências decorrentes de nossa negligência ou ousadia, como pretendemos mostrar mais adiante.
    Parece só haver uma maneira de se defender Maquiavel: considerar que ele está se expressando no domínio do que é, não no domínio do deve ser, ou seja: ele não está prescrevendo que coisas os príncipes (entenda-se ?governantes?) devem fazer, mas sim descrevendo que coisas ele efetivamente costumam fazer.
    Supondo que seja assim, não deveríamos ver Maquiavel como um filósofo político - a exemplo de Platão, Locke, Lenin e outros ? veiculando uma doutrina normativa mediante regras e estratégias que um governante deveria adotar para chegar ao Poder e se manter no mesmo.
    Deveríamos vê-lo como um frio e distanciado apreciador do jogo político tentando compreender e explicitar que coisas os governantes efetivamente tinham feito, até então, para alcançar seus dois supremos objetivos: a conquista do Poder e a difícil manutenção no mesmo.
    Neste caso, Maquiavel poderia ser considerado um cientista político, mantendo ao menos como metodologia desejável uma neutralidade ideológica em relação a qualquer ideologia política, e isto até onde tal meta se faz possível, se é que é realmente em algum grau possível.
    Essa parecia ser a interpretação correta de suas últimas intenções e isto encerraria a questão, se não encontrássemos o autor de O Príncipe incorrendo naquilo que David Hume denominou de falácia naturalista e caracterizou como ?o inadvertido salto do domínio do que é (discurso descritivo) para o que do dever ser? (discurso prescritivo).
    Nas primeiras passagens de O Príncipe, Maquiavel começa descrevendo o que os governantes costumam fazer, mas em passagens ulteriores, de forma assaz surpreendente, ele começa a dar conselhos aos governantes.
    O que significa isto, senão um inesperado e inadvertido salto do domínio do ser para o do dever ser, de uma linguagem descritiva atendo-se estritamente aos fatos políticos observados a uma linguagem prescritiva emitindo juízos de valor e prescrevendo condutas desejáveis?!
    Alega-se que Maquiavel não estava minimamente preocupado com a ética na política; não estava preocupado com a eticidade das ações, mas sim com a eficácia das mesmas. De um ponto de vista utilitário, em domínios marcadamente amorais ? como na fabricação de uma ferramenta e/ou de um remédio - podemos sustentar que a eficácia é tudo o que se deseja e deve desejar. Se uma medida de caráter prático deu certo, se atingiu a finalidade a que estava destinada, que mais se poderia querer? Se o gato pega o rato, que importa a cor do gato?
    Neste domínio, parece ter validade a máxima de que ?os fins justificam os meios?, mas em qualquer tipo de relacionamento humano ? seja no domínio interpessoal ou no domínio público - a relação entre meios e fins deve ser levada sempre em séria consideração.
    Indivíduos humanos nunca devem ser tomados como meios para conseguir o que quer que seja, porém sempre como fins em si mesmos, como sustentava uma importante máxima da ética kantiana, coisa difícil de se discordar razoavelmente, não sendo exigido, para isso, que se concorde com o radicalismo deontológico de Kant.
    Em outras palavras: estando em jogo indivíduos humanos, os fins não podem ser justificados pelos meios, a menos que aceitemos a reles manipulação de alguns indivíduos por outros, não importando o número dos manipuladores e dos manipulados.
    Na esfera privada ou na pública, temos de levar em consideração não só a validade do conteúdo significativo das máximas, como também as possíveis conseqüências provenientes da sua adoção. Mas façamos um pequeno exercício de imaginação: suponhamos que você concorde com a máxima maquiavélica de que os fins justificam os meios...
    Neste caso, tendo como pressuposto que o dinheiro é bom e que adquiri-lo é uma boa finalidade - o que importa é o meio pelo qual ele é adquirido - por que você não transforma sua casa num bordel, nomeia sua esposa como cafetina e põe suas filhas para trabalhar na cama?
    Foi justamente isso que fez com a sua família aquela personagem, ?o contínuo?, em Os Sete Gatinhos de Nelson Rodrigues, num belo exemplo de eticidade por antonomásia: fazendo o que fez ele mostrou o que não se deve jamais fazer.
    Se você quiser ser considerado coerente com seus princípios, você não pode recusar essa sugestão bastante proveitosa do ponto de vista pecuniário. Mas se você recusar tal meio ilícito de adquirir o que em si é bom, o dinheiro, o que o impede de fazer tal coisa e se mostrar como um autêntico maquiavélico?
    Somente uma única coisa neste mundo é capaz de impedi-lo: sua consciência moral, supondo que você faça sempre o que ela manda, é claro.
    Dentro desse mesmo espírito, o livro de Stanley Bing: O Que Faria Maquiavel? Os fins justificam os maus (Rio de Janeiro, Rocco, 2002) é um excelente livro de ética por antonomásia, ainda que correndo o sério risco de ser mal interpretado, pois, para alcançar o sucesso em qualquer atividade humana, incluindo a política, o autor recomenda as maiores canalhices e os expedientes mais torpes deste mundo.
    Mas a esta altura, cabe indagar: na atividade política, voltada que está a mesma para a conquista e a manutenção no Poder, o maquiavelismo é realmente posto em prática? Numa resposta açodada se poderia dizer que sim, pois parece não haver nada que os políticos não sejam capazes de fazer para alcançar seus ambicionados fins.
    No entanto, por mais que eles façam coisas capazes de aviltar a consciência moral do eleitorado, há coisas que eles têm se mostrado incapazes de fazer. Quais coisas? Todas aquelas que poderiam ferir gravemente o senso moral de seus eleitores e lhes trazer grande desprestígio, podendo até mesmo acarretar a pior das coisas para um político: sua não-reeleição.
    Mas se é assim, como se explica que verdadeiros canalhas, com extensas fichas penais costumem ser reeleitos várias vezes? A coisa é tão grave que ensejou o projeto ficha limpa que agora é lei eleitoral. A explicação pode ser sutil, mas não é de nenhum modo enganosa:
    Num regime democrático - ainda que bastante incipiente e precário - os políticos podem ser indiferentes ao eleitor em geral e ao bem-estar da nação, mas não devem ser indiferentes ao seu eleitorado, sob o risco de perdê-lo. Assim sendo, as coisas que podem causar grande repulsa moral aos políticos são as mesmas que costumam aviltar a consciência moral de seu eleitorado.
    Desse modo, se quisermos avaliar a conduta ética dos representantes do povo, devemos avaliar em primeiro lugar a conduta ética dos representados por eles. Nesta relação, representantes e representados são duas faces de uma mesma moeda, pois os primeiros farão tudo o que for possível para não causar forte repelência nos segundos e, em conseqüência, não receber mais seus valiosos votos.
    Suponhamos agora um país em que a maioria de seu eleitorado é constituída de indivíduos honestos e incapazes de fazer qualquer coisa capaz de menoscabar a ética... Aparecerão ao menos alguns cidadãos do mesmo tipo postulando suas candidaturas e a maioria dos eleitores os escolherão como seus representantes.
    Todavia, se supusermos um país em que a maioria de seu colégio eleitoral é constituída de pessoas ignorantes com baixíssimo grau de consciência moral, não podemos esperar que a maioria de seus representantes sejam muito diferentes dos representados por eles. Na realidade, os representantes são a cara dos representados, e se esta é muito feia, que se há de fazer? É um lugar-comum, mas nem por isso deixa de ser uma dolorosa verdade eterna: cada povo tem o governo que merece!
    E se cerca de 80% dos membros desse segundo colégio eleitoral é constituída de dois tipos de indivíduos: os beócios e ignorantes incapazes de enxergar um palmo adiante de seus narizes e os oportunistas e canalhas que levam vantagens escusas votando em determinados políticos de determinados partidos?!
    Mas como esses dois tipos não exaurem a composição do eleitorado, restam cerca de uns 15% um pouquinho mais esclarecidos e com um mínimo grau de consciência moral e, finalmente, uns 5% podem ser considerados eleitores portadores de forte consciência moral, dotados de bom discernimento e bem informados como os do primeiro colégio eleitoral de nossa suposição.
    Estes 5% eleitores, para sua grande infelicidade, encontram-se no mesmo barco que os demais e por uma questão de apreço pelas regras da democracia, vêem-se obrigados a acatar as péssimas escolhas da avassaladora maioria dos 95% de seus compatriotas e ser governados por corruptos e incompetentes, ainda que não se sintam representados por eles. Mas se eles representam no mínimo uns 80% do povo e foram eleitos em eleições limpas, como se poderia alegar uma ilegitimidade da representação?
    É penoso admitir, mas na realidade eles são legítimos representantes do povo. Costumam fazer no Poder tudo aquilo que os 80% fariam se lá estivessem. E quando estes mesmos 80% fazem imprecações contra eles não são movidos pela indignação moral, porém por forte inveja, por não estar no seu lugar e poder fazer o que eles fazem. Desse modo, se você se acha incluído nessa minoria de 5%, meus pêsames: você não merece o povo do qual é uma parcela ínfima; lamentavelmente, você nasceu no país errado.
    Por ser a favor do estado democratico de direito concordo com a vontade de 95% dos oeirenses de ser governados por corruptos e incompetentes(todas as administração anteriores ate hj), ainda que não mim sinta representados por eles.eles representam no mínimo uns 80% do povo e foram eleitos em eleições limpas, como se poderia alegar uma ilegitimidade da representação? É penoso admitir, mas na realidade eles são legítimos representantes do povo. Costumam fazer no Poder tudo aquilo que os 80% fariam se lá estivessem. E quando estes mesmos 80% fazem imprecações contra eles não são movidos pela indignação moral, porém por forte inveja, por não estar no seu lugar e poder fazer o que eles fazem. Desse modo, se você se acha incluído nessa minoria de 5%, meus pêsames: você não merece o povo do qual é uma parcela ínfima; lamentavelmente, você nasceu no país errado.
    COMO CANTA SER RAMALHO "DUVIDO MUITO QUE O POVO TENHA A VOZ DE DEUS".

  • maria, Oeiras-PI disse:
    Deixado em 28/01/2012 às 06h26

    MEDO....MEDO ............TODOS EM OEIRAS TEM MEDO..............................................MEDO DE PERDER O EMPREGO, MEDO DE PERDER A ELEIÇÃO ,MEDO DE PERDER A POSE ,MEDO DE PERDER A VIDA ....MEDO DE PERDER O ESTATUS , MEDO DE NÃO SER SOCIAL.... MEDO, MEDO ...

  • Oeirense, Barras-PI disse:
    Deixado em 28/01/2012 às 00h19

    Quem nasce para carregar cangalha, nunca vai acostumar com cela!!!!!!!!!!!!!!!!!!

  • JEFFERSON, Oeiras-PI disse:
    Deixado em 27/01/2012 às 22h59

    Quem manda na cidade é quem tem voto,portanto quem manda é o B.SÁ.

  • Naziazeno Carneiro, Goiânia-GO disse:
    Deixado em 27/01/2012 às 17h08

    POBRE OEIRAS!!!!!!!!!!!!!!

  • Elisa Alves, Oeiras-PI disse:
    Deixado em 27/01/2012 às 14h16

    O fato é que os covardes não fazem história. Portelinha nasceu para ser um vereadorzinho de cidade pequininha (Oeiras é grande demais para ele). Se tivesse tido a coragem poderia ficar na história. Fazer o quê? Cada biroca tem o prefeito e o coronel que merece...

  • adalvan lopes, São Paulo-SP disse:
    Deixado em 27/01/2012 às 13h10

    acredito que ninquem vai consequir explicar como sempre manda quem pode e obedeci quem tem juiso pois quem m,anda nesta cidade há muito tempo ou ou bocas breta ou há familia de seu juares tapety

  • Rogerio Feitosa , Santo Inácio do Piauí-PI disse:
    Deixado em 27/01/2012 às 11h06

    Quem tem explicação pra isso ??????????????????

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