Publicada em 31 de Janeiro de 2012 às 23h58 Versão para impressão
Atualizada em 03/02/2012 às 02h19

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Ferrer Freitas, Teresina-PI disse:
Deixado em 01/02/2012 às 17h06
Lameck, nesta manhã (já de fevereiro), apressado por compromisso assumido, só tive tempo de externar a frase "oportuníssima a matéria!" sobre o assunto abordado nesta página. Por sinal a única, excetuando, é certo, as feitas através de facebook. É, cara, deveras lamentável o estado deplorável em que se encontram a Pensão Portela e a Casa da Pólvora.E chego a dizer, voltando a tempos não tão remotos, que foi duro convencer os administradores e, porque não dizer, a maioria dos nossos conterrâneos, que a grande importância de Oeiras residia exatamente nessas "coisas antigas, minhas velhas amigas", aproveitando aqui o verso do excelso poeta Nogueira Tapety. Tenho mesmo a coragem de dizer-lhe que, não fosse o Instituto e tudo estaria bem pior. A transferência da capital para a Vila Nova do Poty foi um horror! Tivesse permanecido em Oeiras o predicamento e não se estaria hoje cogitando de divisão do Estado. O IHO (não vou citar nomes para não incorrer na injustiça de esquecer algum) foi, desde a primeira hora, espécie de guardião (com olhos de Argos, como disse alguém) do que restou dos velhos casarões. Lamentavelmente não conseguiu salvar (não sei se chegou tarde!) a Casa das Armas, edificada ao lado do Solar das 12 Janelas, a outra pensão, do seu Benedito Propécio, aquela da esquina da rua do Fogo com Getúlio Vargas, bem assim uma outra casa que existia na rua Cônego João. Ainda bem que restou alguma coisa para permitir que essa velha terra, que tanto amamos, torne-se Patrimônio Cultural do Brasil. Parabéns pela abordagem e lutemos pra salvar a Pensão Portela. Com relação à Casa da Pólvora, acho que a saída seria bem mais fácil. Bastaria verificar o rejuntamento das pedras toscas e fazer a retirada de goteiras. Bola pra frente!
Ferrer Freitas, Teresina-PI disse:
Deixado em 01/02/2012 às 10h10
Oportuníssima a matéria!