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Justiça decreta prisão preventiva de investigado por homicídio em Oeiras

M. da S. R. foi encaminhado à Penitenciária Regional de Oeiras após decisão tomada nesta sexta-feira (25)

Justiça decreta prisão preventiva de investigado por homicídio em Oeiras
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A Justiça decretou, na tarde desta sexta-feira (25), a prisão preventiva de M. da S. R., de 39 anos, investigado pela morte de Weliton da Silva, conhecido como “Bisqui”, em Oeiras. Após a decisão, ele foi encaminhado para a Penitenciária Regional de Oeiras, Penitenciária Maria de Cota.

M. da S. R. havia sido preso em flagrante na quinta-feira (24), poucas horas após a Polícia Civil tomar conhecimento do homicídio, ocorrido durante a madrugada, no bairro Pedreira. A prisão foi realizada pela Delegacia Seccional de Oeiras, por meio do Núcleo de Inteligência (NUINT/Oeiras).

Segundo a Polícia Civil, inicialmente o investigado alegou que Weliton teria arrombado a parte inferior da porta de sua residência para praticar um furto. Ele afirmou que os dois entraram em luta corporal e que, durante o confronto, teria desferido golpes de faca contra a vítima.

No decorrer da investigação, novas testemunhas foram ouvidas e apresentaram informações sobre uma possível relação amorosa entre Weliton e a companheira do investigado. Os depoimentos também levantaram questionamentos sobre a versão apresentada por M. da S. R. e sobre a dinâmica do confronto.

A partir dessas informações, a Polícia Civil passou a considerar, entre as linhas investigativas, a possibilidade de o homicídio estar relacionado a uma motivação de natureza passional. A hipótese ainda está sendo apurada e será confrontada com os demais elementos reunidos durante a investigação.

Weliton da Silva foi morto por volta das 2h30 da quinta-feira (24), no bairro Pedreira. A Polícia Civil informou ainda que ele possuía registros anteriores relacionados a crimes de furto na Delegacia de Polícia de Oeiras.

É comum ouvir entre a população a frase: “a polícia prende, a Justiça solta”. Neste caso, pelo menos por enquanto, não foi assim. M. da S. R. entrou preso na unidade policial e, após a decisão judicial desta sexta-feira, seguiu para a Penitenciária Regional de Oeiras. Sem entrar por uma porta e sair pela outra.

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