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Laudo comprova que criança foi torturada por procuradora

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De acordo com a delegada, o laudo complementar pedido ao Instituto Médico Legal (IML) mostra que a criança sofreu multiplicidade de lesões, em dias diferentes, e por meio cruel.

Já o crime de racismo, segundo a delegada, foi configurado pela forma como a procuradora se referia aos seus empregados.

A procuradora prestou depoimento na delegacia acompanhada do advogado, Jair Leite Pereira. Em depoimento, ela negou todas as acusações, segundo a delegada Monique Vidal, responsável pelo inquérito. O inquérito será encaminhado ao Ministério Público estadual (MP) nesta sexta-feira (30).

“Ela negou tudo, disse que desconhece as fotos apresentadas. Apenas confirma ter xingado a menina de cachorrinha, o que ela diz não ser nada demais porque ela gosta muito de cachorro. O resto ela negou”, afirmou a delegada.
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