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Artesanato produzido pelos reeducandos da Penitenciária de Oeiras é vendido no Fórum da cidade

O trabalho faz parte do setor de Serviço Social da Penitenciária, que tem procurado formas para que este processo de ressocialização seja de maneira efetiva.

Artesanato produzido pelos reeducandos da Penitenciária de Oeiras é vendido no Fórum da cidade
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 Os reeducandos da Penitenciária de Oeiras têm sido contemplados com a realização de vários cursos, dentre eles, de panificação, pêtas caseiras e artesanato. A iniciativa, que funciona como terapia ocupacional e remissão de pena, tem proporcionado aos reeducandos a oportunidade de se profissionalizar.

O trabalho faz parte do setor de Serviço Social da Penitenciária, que tem procurado várias formas para que este processo de ressocialização seja de maneira efetiva. O Serviço Social em conjunto com a equipe gestora buscam oferecer cursos, para que os reeducandos além de ocuparem seu tempo, se profissionalizem. E este trabalho tem ido além dos limites dos muros do sistema prisional.

Um dos cursos que têm obtido muito sucesso é o de artesanato, e o Serviço Social tem feito ações para comercializar os produtos produzidos pelos reeducandos. A primeira mostra aconteceu durante o Expoeiras, realizado no último mês de maio. Tendo em vista a boa receptividade e acolhimento do público oeirense e cidades vizinhas, foi viabilizada a continuidade da exposição dos produtos, que agora estão expostos e disponíveis para a venda, em um espaço no Fórum de Oeiras, situado a Avenida Totonho Freitas, no bairro Oeiras Nova.

Artesanato produzido pelos reeducandos da Penitenciária de Oeiras é vendido no Fórum da cidade — imagem 1

"Ressocializar é uma tarefa difícil, mas não impossível. Os internos são acompanhados por diferentes profissionais da instituição e alunas do curso de Serviço Social, como Francisca Soares, Flaviani Alves, Ayã Tomé, Velliny e Elaine Torres, Ceiça Gomes que são estagiárias e voluntárias no sistema prisional, e contamos com o apoio do juiz Rafael Paludo, que tem uma atenção especial para com os trabalhos desenvolvidos com os reeducandos. As peças são confeccionadas dentro da penitenciária. A iniciativa não se limita somente a arrecadação de fundos, mas também oportunizar ao público o acesso a diferentes tipos de artesanatos. É gratificante ver o resultado de um trabalho social e voluntário", afirma a assistente social Francilândia Silva.

O trabalho no sistema prisional tem se mostrado benéfico a todas as partes: ao Estado, que cumpre sua função de humanização e ressocialização dos indivíduos que estão presos; aos próprios detentos, que têm a oportunidade de se profissionalizarem enquanto cumprem pena. "Os detentos têm acesso à atividade produtiva, melhor saída para a ressocialização; ao salário para ajudar a família e ao convívio social", finaliza Francilândia Silva.

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