Quem resiste às dificuldades, consegue ao menos passar pela situação lamentável que se vê na vila, cultivando o cajú e a manga para consumo próprio. Os assentados conseguem transformar a falta de recursos em criatividade através do artesanato, na confecção de redes, crochês e doces. Eles precisam do incentivo do Governo Federal e do poder local, através de projetos urgentes para que possam ao menos superar a fome e a pobreza decorrentes da seca.







