Acontece no Paulo Freire
Colégio Paulo Freire realiza Gincana Literária 2026 com estudos sobre Conceição Evaristo
Programação reúne estudantes do Ensino Fundamental e Médio em apresentações baseadas nos contos “Olhos d’Água”, “Maria” e “O cooper de Cida”
Por: Da Redação em 29/05/2026 - 09:10
A produção literária da escritora Conceição Evaristo integra o eixo temático da Gincana Literária 2026, promovida pelo Colégio Paulo Freire, em Oeiras. A programação reúne estudantes do Ensino Fundamental Anos Finais e do Ensino Médio em estudos voltados à interpretação textual, análise crítica e elaboração de representações artísticas inspiradas na literatura contemporânea brasileira.
As equipes participantes concentram os trabalhos nos contos “Olhos d’Água”, “Maria” e “O cooper de Cida”, narrativas marcadas por elementos sociais, memória coletiva e aspectos do cotidiano presentes na escrita da autora. O conteúdo literário orienta apresentações interpretativas e desafios teóricos previstos para a jornada cultural.
O cronograma estabelece a realização das tarefas no dia 13 de junho de 2026, no turno da manhã, entre 8h e 12h, na Quadra Poliesportiva do CETI Farmacêutico João Carvalho. A programação reúne estudantes, professores e moradores para acompanhar as produções construídas durante o período de preparação.
Segundo a diretora Zenaide Dantas, a leitura e interpretação das obras contribuem para o desenvolvimento da capacidade analítica e para a ampliação do repertório literário dos estudantes. “Os contos escolhidos para a Gincana Literária apresentam questões humanas, sociais e culturais muito presentes na realidade dos alunos. Durante os estudos, eles passam a observar com mais profundidade a construção das personagens, a linguagem utilizada pela autora e os sentidos presentes em cada narrativa. Esse processo amplia o contato dos estudantes com a literatura brasileira contemporânea e contribui para a formação de leitores mais atentos e participativos”, declarou.
Os estudos também abordam o conceito de escrevivência, formulado por Conceição Evaristo para definir a escrita construída a partir das experiências cotidianas e das memórias coletivas.
