O caminhoneiro Givanilson Rodrigues da Silva foi um dos envolvidos no acidente. Ele teve seu caminhão atingido por outro veículo. Com o impacto o caminhão do mesmo também atingiu o que estava a frente. Na opinião de Givanilson Rodrigues, o excesso de velocidade do caminhoneiro que veio a óbito pode ter sido determinante para provocar o engavetamento. “O quinto veículo vinha bem ligeiro, não vinha devagar não”, salientou.

Outro caminhão da mesma empresa, Cerâmica Nova Olinda, do motorista que morreu no acidente também se envolveu no engavetamento. Os dois veículos faziam o transporte de tijolos da cidade de Nova Olinda no Ceará para municípios piauienses. E pelo que foi relatado por funcionários o cansaço do colega também pode ter colaborado para a trágica colisão. Essa teria sido a segunda viagem do mesmo em um único dia.
Informações repassadas a PRF deram conta ainda que pouco antes do engavetamento o ônibus freou e logo em seguida teve início uma sequência de colisões traseiras. O local, Km 300 da BR 316, já foi palco de diversos outros acidentes com vítimas fatais. A falta de sinalização e de acostamento também torna o trânsito perigoso nesse trecho onde caminhões param a todo o momento no Posto Fiscal da Sefaz.


