A enfermeira Érica Soares, integrante da Estratégia Saúde da Família (ESF) de São Miguel do Fidalgo, concluiu formação em cuidados paliativos pelo Hospital Israelita Albert Einstein. O título chega após 24 anos de atuação na saúde do município e representa um novo capítulo em sua trajetória profissional.
Segundo as informações, apenas três profissionais do Piauí concluíram essa formação pelo Albert Einstein. Além de Érica, o grupo inclui a nutricionista Raquel Duarte, também de São Miguel do Fidalgo. As duas profissionais têm em comum a qualificação em uma área voltada ao cuidado de pessoas que enfrentam doenças graves.
24 anos dedicados à saúde de São Miguel do Fidalgo
Ao longo de 24 anos de trabalho no município, Érica construiu sua trajetória profissional na assistência à população. A formação pelo Albert Einstein acrescenta conhecimentos específicos à experiência acumulada e pode contribuir para o atendimento de pessoas que necessitam de acompanhamento diante de doenças graves ou crônicas.
A qualificação de Érica e Raquel Duarte também chama a atenção para São Miguel do Fidalgo, que reúne duas das três profissionais piauienses que concluíram essa formação. O resultado destaca a busca por aperfeiçoamento de profissionais que atuam na saúde do município e a importância da formação continuada para atender às diferentes necessidades da população.

Os cuidados paliativos buscam melhorar a qualidade de vida de pacientes e familiares diante de doenças que podem provocar sofrimento físico, emocional e social. A assistência envolve o alívio da dor e de outros sintomas, o apoio às necessidades emocionais e a atenção às condições de vida de cada pessoa.
Essa abordagem não se limita aos pacientes em fase terminal. Ela pode começar desde o diagnóstico de uma doença grave e ser oferecida junto a tratamentos destinados a controlar ou curar a enfermidade. O objetivo é oferecer cuidado adequado às necessidades do paciente em cada etapa da doença, respeitando suas escolhas e sua dignidade.
Na Atenção Primária à Saúde, esse conhecimento contribui para que os profissionais reconheçam as necessidades dos pacientes, acompanhem seus quadros de saúde e articulem o atendimento com outros serviços, quando necessário. O cuidado também alcança os familiares, que frequentemente participam da rotina de acompanhamento.






