A primeira formação dos conselheiros do Conselho de Promoção de Igualdade Racial e Povos Originários foi realizada no sábado, dia 18, no bairro Coroatá, em Cajazeiras. O encontro marcou um passo importante na consolidação de políticas públicas voltadas à inclusão, ao reconhecimento da diversidade e ao fortalecimento da participação social no município.
A atividade reuniu estudantes, representantes do Poder Legislativo e do Poder Executivo, ampliando o diálogo entre gestão pública e comunidade. Na prática, a formação reforça a criação de um espaço institucional voltado à escuta, à formulação de propostas e ao acompanhamento de ações ligadas aos direitos da população negra e dos povos originários.
A iniciativa foi promovida em parceria com a Secretaria de Cultura e Turismo, com apoio da Prefeitura Municipal de Cajazeiras. O envolvimento de diferentes setores da administração deu ao encontro um caráter estratégico, ao sinalizar que o tema passa a ganhar mais presença no debate público local.
A programação contou com palestras do professor doutor Miranda Bispo, da psicóloga Millena Faustino e do professor Benervaldo. As participações contribuíram para aprofundar discussões sobre identidade, direitos, representatividade e os desafios enfrentados por grupos historicamente invisibilizados nas estruturas sociais e institucionais.
Outro destaque do evento foi a presença da superintendente de Promoção de Igualdade Racial, Assunção Aguiar. Ao participar da formação, ela reforçou o compromisso do município com a construção de políticas mais inclusivas e com o avanço de iniciativas que promovam respeito, reconhecimento e equidade.
A realização da primeira formação também projeta o conselho como uma ferramenta importante para orientar ações futuras em Cajazeiras. Além de qualificar os conselheiros para o exercício de suas funções, o encontro abre caminho para decisões mais participativas e para uma agenda pública conectada às demandas reais da população.
Com a mobilização de autoridades, especialistas e estudantes, Cajazeiras dá um sinal de fortalecimento institucional em uma pauta que ganha cada vez mais relevância. A formação representa, assim, não apenas um evento pontual, mas o início de uma atuação mais estruturada em defesa da igualdade racial e dos povos originários no município.



















