Conhecida como Maria de Albertino, ela morreu na UPA, para onde foi levada após sofrer um infarto em casa neste sábado.
Nascida na localidade Barrocas, município de Oeiras, aos 08 anos veio para a zona urbana morar com casal José Clementino e dona Emília. Aos 20 anos casou-se com Albertino da Silva. Aos 33 anos ficou viúva, tendo que criar sozinha seus seis filhos; Rosimeire, Reinaldo, Rogério, Reginaldo Flash, Rejane e Renato. Para tanto, tornou-se lavadeira de roupas, no riacho Mocha, contando com a ajuda do saudoso João Toco, que dividia seu pão com os filhos. Nos dias de folga, trabalhava como doméstica, para completar a sua renda.
Seu corpo está sendo velado em sua residência, na rua Coronel Benedito Nunes, 970, bairro Canela. O sepultamento será às 16h, no cemitério Campo de Esperança.





