A roça foi destruída e o proprietário, identificado como Ronaldo, 46 anos, foi preso.
Ronaldo, segundo a polícia, usaria a piscicultura e a criação de aves como fachada do negócio. Na propriedade foram encontrados um tanque criatório de peixes. A maconha foi cultivada atrás de uma plantação de coco, à beira de um riacho.

No local também há uma casa onde Ronaldo moraria. Nas proximidades do riacho foi encontrada uma cabana que serviria de acampamento para os trabalhadores.
Após a destruição, a droga foi incinerada e uma parte foi apreendida para apresentação em juízo.
Comandaram a operação o delegado Menandro Pedro, presidente do Greco, e o major Aguiar, do Batalhão de Operações Especiais.



