O teto do prédio, que foi construído em 1978, ainda no governo de Dirceu Arcoverde, está em estado precário e apresentou vazamento em diversos pontos. A infiltração da água provocou poças no interior dos escritórios, expondo equipamentos eletrônicos. O risco agora é também de curto circuito.

Parte do teto do mesmo prédio, onde funcionou o extinto Projeto Sertanejo, já desabou.
Segundo informações obtidas pela nossa reportagem, no governo Wellington Dias o prédio passou por pequenas reformas, sendo apenas adaptado para o funcionamento dos escritórios dos órgãos. Porém, o teto, onde está o maior risco, não foi reformado.



