Com estofados estampados e paredes coloridas, a sala, um dos principais espaços comuns das instalações, ganha novos tons para aproveitar a transmissão em HD, uma novidade em relação às edições passadas. Ao todo, 44 câmeras, sendo 22 robóticas - capazes de girar em 180o - são responsáveis por registrar os participantes conversando, fazendo as tarefas domésticas e entrando em confltos. "Por mais que a gente explique que o isolamento vai ser total, eles (os participantes) sempre ficam impressionados"", contou Carelli, enquanto mostrava a porta principal do casarão com revestimento em íma, cujo fechamento é controlado por um dos 16 editores que monitoram as atividades dos confinados. A intenção, segundo os responsáveis pela atração, é isolar cada vez mais os concorrentes, tanto que o uso dos "ninjas" - camera men ou contra-regras cobertos inteiramente de preto - vai ser diminuído nesta edição, o que já aconteceu na passada.
Antes de os oficiais concorrentes ao prêmio de R$ 2 milhões adentrarem às dependências da fazenda, o diretor contou que acontece um programa piloto, com duração de quatro dias. "Usamos 14 figurantes. Fazemos uma festa, uma prova e uma eliminação. É como se fosse o programa. Tem roça, tem tudo", explicou. Bem humorado, Britto Jr. disse que a reação dos atores que interpretam os reais participantes nesta fase de teste é bastante curiosa. "Eles acreditam muito que estão no reality. Eles se esforçam. Eles choram quando são eliminados e brigam porque são indicados".





