Carroceria se desprende de bitrem e dificulta a chegada e saÃda em Oeiras no bairro Rosário
14/02/2026 - 09:28Ocorrência foi registrada na manhã deste sábado na rua Brigadeiro Manoel Clementino, trecho urbano da PI 143
Levantamento da revista Congresso em Foco, publicado esta semana, mostra que 224 deputados federais e senadores respondem a 542 inquéritos e ações penais no Supremo Tribunal Federal (STF). Um recorde desde que o levantamento começou a ser feito, em 2004. Na lista, estão quatro parlamentares do Piauí: o senador Wellington Dias (PT) e os deputados Assis Carvalho (PT), Paes Landim (PTB) e Hugo Napoleão (DEM).
Segundo a revista, o atual líder do PT no Senado, Wellington Dias, é alvo do inquérito 3363. O ex-governador responde por prevaricação e crimes contra a vida por causa do rompimento da Barragem Algodões em 2009, que deixou nove mortos e 2 mil desabrigados. Em maio daquele ano, cerca de 2.600 famílias chegaram a ser removidas por causa da iminência de rompimento da barragem. Mas, após vistorias das equipes de engenharia do governo, que afastaram o risco, foram autorizadas a voltar para casa, dias depois, após fortes chuvas, ocorreu o desastre. As famílias buscam indenizações na Justiça.
Em resposta a publicação, o senador disse que não tem responsabilidade no episódio e que empreendeu todos os esforços para evitar uma tragédia ainda maior. Com relação aos deputados, Hugo Napoleão responde ação penal 628 por peculato e formação de quadrilha. O parlamentar é acusado de participar de suposto esquema de desvio de recursos públicos da Agespisa (Empresa de Águas e Esgotos) e da Caixa Econômica Federal, em 2002, quando governou o Estado.
A assessoria de comunicação do parlamentar disse que ele confia na Justiça e que está aguardando com tranquilidade o julgamento. Já Assis Carvalho, segundo a publicação, responde no STF aos inquéritos 3103, 3144, 3175 e 3664 por crimes eleitorais, peculato e apropriação indébita previdenciária. É acusado, entre outras coisas, de não ter repassado à Previdência Social contribuições quando comandou a Agespisa e o Detran do Piauí. Em nota à Revista, o parlamentar disse que, "no caso do inquérito 3234, a Justiça Federal já absolveu o deputado que contratou (por R$ 77.934,36, com consulta de preços e dentro do valor de mercado) obra para evitar o rompimento de obstáculos e o conseqüente lançamento de esgoto no leito do Rio Poti, evitando danos ambientais", diz a assessoria.
"Quanto ao 3227, o Aditivo para compra de hidrômetros (referente à licitação feita na gestão anterior e mantido o mesmo preço) foi pautado em jurisprudência do TCU e parecer da Central de Licitações do Estado. No caso dos procedimentos 3175 e 3103, as contribuições previdenciárias são de responsabilidade do Estado, inclusive já tendo sido suspenso pelo STF o de número 3103, ao ser demonstrado que não houve apropriação indébita, que o Governo (responsável) parcelou os pagamentos, e o INSS arquivou o caso, isentando o gestor de responsabilidade. Já no 3144, o fato do gestor da Saúde não ter fornecido informações sobre servidores e ter indicado a Secretaria da Administração como responsável por informar tais dados, se deu pela estrutura governamental que designou tal competência ao gestor da Administração," afirma ainda a assessoria de Assis.
O deputado Paes Landim aparece na lista respondendo ao inquérito 3207 no STF, por desacato.