Religião

Carta aberta dos fiéis da Paróquia de Nossa Senhora da Vitória

Os fiéis da Paróquia de Nossa Senhora da Vitória querem se manifestar em agradecimento a Deus pelo seu pároco

Carta aberta dos fiéis da Paróquia de Nossa Senhora da Vitória
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Foi Deus que prometeu ao seu povo que os presentearia com pastores que agissem conforme o seu coração. O zelo pastoral é dom que Deus concede aos padre e bispos, no entanto procede do caráter de cada um. O zelo pastoral se manifesta nos cuidados do pastor, na sua sensibilidade, na sua capacidade de condução das ovelhas, sobretudo aquelas mais necessitadas e debilitadas. O zelo pastoral depende da oração, da intimidade, da estreita relação que o pastor tem com o divino, com Deus e com Jesus. Se um sacerdote reza bem ele também sabe conduzir a oração dos fiéis.

Uma boa oração depende de preparação espiritual, depende de ambiente limpo, espaço ideal que conduza os olhos para o alto, para Deus. O espaço é necessário para os olhos não se desviem da meta que é a oração. A boa oração também se manifesta nos cantos bem escolhidos, bem executados, instrumentos adequados, afinados e alinhados para que o louvor encha o coração e a mente dos participantes.

Nesta carta aberta, os fiéis da Paróquia de Nossa Senhora da Vitória querem se manifestar em agradecimento a Deus pelo seu pároco, o cura das almas, aquele que o Espírito Santo escolheu para nos guiar durante estes festejos do ano de 2024. Segundo o Pe. Rogério, os festejos são um retiro espiritual. E foi isso que tivemos. Nove dias, nove noites. Bandas, benditos, bandeiras. Um patamar, um povo em uníssono louvando a Deus por nos ter dado Maria como mãe, modelo de vida cristã e doação a Jesus Cristo.

Os festejos foram altamente preparados com afinco por todos, pela comunidade, sempre a convite do padre Rogério. E as comunidades atenderam ao convite por causa da simplicidade e testemunho do Padre Rogério.

O convite lançado a todas as paróquias da diocese representando a eclesialidade e a sinodalidade demonstra o espírito coletivo e participativo do nosso cura. O acolhimento e apresentação durante as liturgias representa seu coração acolhedor e pastoral.

A escolha dos cantos, os ensaios demonstram a organização e o bom gosto. O zelo pela liturgia aponta a sua intimidade com o sagrado e o divino. O espaço celebrativo no adro da catedral direcionava os fiéis para o recolhimento e interiorização da Palavra de Deus. O verde natural das samambaias dizia aos fiéis que a natureza também louva a Deus e que a liturgia é viva como aquelas plantas naturais. O novo nicho, que também é andor da imagem é simples, não ostenta grandeza e nos mostrou a simplicidade e magnitude de maria Santíssima.

E em resposta a assembleia litúrgica se manifestava em silêncio ouvindo a Palavra como Maria irmã de Lázaro aos pés de Jesus. O silêncio só se quebrava na hora do canto. E o canto era vibrante porque brotava do amor orante dos fiéis que confiam que Maria é intercessora, é bondosa e é a porta do céu.

Terminamos os festejos com saudade, mas reabastecidos de deus e de Nossa Senhora. Estamos cançados, no entanto felizes e animados porque temos um longo caminho ainda a percorrer. Mas, estamos esperançosos em Deus, nas orientações da igreja, de nossa diocese. E queremos de todo coração ao padre Rogério pela sua simplicidade, pela sua capacidade de organização, pela sua inteligência e principalmente por rezar conosco, por nos ter feito rezar como Jesus. Deus que te inspirou este bom propósito te oriente e conduza.