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Cinco são presos em Oeiras através da Operação Forjas da Polícia Federal. Veja os nomes!

Cinco são presos em Oeiras através da Operação Forjas da Polícia Federal. Veja os nomes!
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 A Polícia Federal cumpriu na manhã desta quarta-feira(26) em Oeiras mandados de prisão e condução coercitiva da Operação Forjas deflagrada para reprimir a pratica de crimes ambientais e fraudes contra ordem de fiscalização ambiental.

Em Oeiras 4 pessoas tiveram decretadas as prisões preventivas, 01 a prisão temporária e outras três foram conduzidas de forma coercitiva ao Fórum de Oeiras e a sede de Justiça Eleitoral que foram usadas pelos policiais federais para a realização das oitivas.

Os mandatos foram cumpridos contra Ivan Avelino, o Papinha; sua ex-esposa Fátima Barreto; Manoel Ivan Monteiro, o Ivan Gaúcho, Higor Hass e outro homem identificado por Gessan. Outras três pessoas também foram conduzidas para depoimentos: Tarciano, Cícero e Ingrid Portela, atual esposa de Ivan Avelino. Foi preso também no estado do Mato Grosso o padrasto de Higor Hass, identificado por Osvaldo.

Todos os acusados prestaram depoimentos durante o dia e os que tiveram suas prisões decretadas foram encaminhas ao sistema prisional.

Ainda nesta quarta-feira os advogados Eduardo Rodrigues e Fleyman Fontes pedirão a revogação da prisão dos acusados no Plantão Judiciário da Terceira Vara da Justiça Federal em Teresina.

Segundo o delegado de Repressão ao Crime Organizado, Alexandre Uchôa, as pessoas que participavam do esquema falsificavam o Documento de Origem Florestal (DOF) ao informarem no sistema que a madeira retirada para a produção de carvão tinha origem no Piauí, quando na verdade a lenha era desmatada em outros estados, em áreas mais próximas de indústrias siderúrgicas.

“Os mandados foram cumpridos em vários estados e os presos responderão pelos crimes de corrupção ativa e passiva, falsidade ideológica, advocacia administrativa, comercialização e transporte ilegal de madeira, entre outros. O valor total que calculamos ser necessário para recuperar todas as áreas desmatadas seria de R$ 53 milhões”, afirmou.

A delegada Lea Cecília Muniz, chefe da Delegacia de Repressão aos Crimes contra o Meio Ambiente, revelou que as investigações começaram a cerca de três anos. “Os produtores de madeira registram no sistema o DOF, que a lenha tinha origem no Piauí, onde ainda há muita área a ser explorada, mas tinha um esquema onde na verdade o produto era retirado de áreas próximas às indústrias que precisam de carvão e onde a extração é proibida, como nos estados da Bahia, Pernambuco, Goiás, Tocantins e Pará”, destacou.

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