Lindomar foi preso sob a acusação de desvio de energia elétrica, mais conhecido por “gato” no comércio de sua propriedade, com o agravante de ter oferecido propina aos funcionários da Eletrobrás, para que não fizessem o procedimento.

Ao receberem a proposta, os funcionários acionaram a polícia, que numa ação comandada pela delegada Janaína Nobre, prendeu Lindomar Ferreira.

O acusado encontra-se preso na delegacia de Oeiras, aguardando decisão judicial. Ele será enquadrado nos crimes de desvio de energia elétrica e também por corrupção ativa, cuja pena pode chegar a 12 anos de reclusão.


