O caso mais grave é da empresa Super Sorte, vendida a um empresário do estado do Maranhão, e que antes da empresa falir, fechou a loja.

São mais de 30 boletins de ocorrência. Os clientes pagaram as parcelas do consórcio e até agora não receberam os prêmios, eles se dizem lesados e estão lutando na justiça para ressarcir o dinheiro.

De acordo com o delegado Genival Vilela, a delegacia de Oeiras está reunindo as reclamações das pessoas enganadas pelas empresas para tentar uma forma de reaver o dinheiro. Caso seja comprovado o delito, os proprietários das empresas serão enquadrados no crime de estelionato.
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