Educação

Manifestação chama a atenção para não inclusão da História Afro brasileira nos currículo educacional

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Nesta quarta-feira, 09, os professores da UESPI, Harlon Homem e Junior Viana, dirigiram uma manifestação a favor da Lei nº 10.639/2003, que no seu Art. 79-B torna obrigatório à inclusão no calendário escolar o dia 20 de Novembro como “Dia Nacional da Consciência Negra”, além do ensino, no âmbito de todo o currículo escolar, de História e Cultura Afro-Brasileiro nos níveis fundamental e médio. Mesmo após dez anos não vemos o cumprimento de mais uma lei. Na verdade não devemos apenas acrescentar mais uma disciplina na escola, mas aprender o quanto temos da raiz africana em nós.

“Em nossa sociedade estamos acostumados a calar sobre o assunto, embalados pelo mito da democracia racial e as ideias de branqueamento da população brasileira. A pesar do grande passo dado pelo governo, essa foi sem dúvida uma vitória dos movimentos sociais, que vem lutando para que a sociedade brasileira venha adquiri consciência negra, e abra os olhos para ver a violência de toda e qualquer forma de discriminação.” (Wanakal, 2010)

Na ocasião houve a apresentação do grupo de capoeira Raízes do Brasil, o principal grupo desta manifestação afro em Oeiras.

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Por Rayzza Valentim