O MPE apurou que houve fraude na ata de destituição da comissão provisória do PTN em Oeiras. “Pelas provas analisadas, ficou evidente que foi fabricada uma ata deliberativa da Comissão Executiva Provisória do partido em Oeiras”, afirma o Ministério Público Eleitoral.
O motivo apontado seria o fato de, à época, Nilson Miranda estar “apoiando um candidato de oposição ao candidato a prefeito do grupo político, ou melhor, da coligação partidária que realizou a falsificação da assinatura”.
O Ministério Público relata que Francisco Oséas tinha interesse de apoiar o candidato Lukano Sá (PSB) no pleito de 2012, o que entrava em choque com as intenções de Nilson Miranda, que decidiu apoiar Edmilson Carvalho (PT).
Segundo a investigação do MP, houve a inserção de declarações falsas nos livros de atas para fins eleitorais e uso de firmas sem autorização. Francisco Oséas usou a ata falsificada para requerer ao Tribunal Regional Eleitoral do Piauí (TRE-PI) a mudança no diretório do PTN em Oeiras, atestando que os membros da antiga comissão provisória estavam inativos.
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