Bombeiros desobstruem trecho da BR-230 entre Oeiras e Floriano
31/12/2025 - 12:57Apesar do impacto, o trecho não chegou a ser totalmente interditado, mas oferecia riscos à segurança dos motoristas
Novas regras para financiamento de imóveis passam a valer a partir desta sexta-feira (2). O reajuste no teto dos valores de habitações pelo programa Minha Casa, Minha Vida vai ampliar o acesso para famÃlias de menor renda.
A medida, aprovada pelo Conselho Curador do FGTS em dezembro, beneficia famÃlias enquadradas nas faixas 1 e 2, com renda mensal de até R$ 4,7 mil, com taxas de juros mais baixas e prazos mais longos.Â
Os limites dos imóveis foram atualizados em municÃpios com população acima de 750 mil habitantes e entre 300 mil e 750 mil habitantes, e nas categorias metrópoles e capitais regionais, com reajustes que variam de 4% a 6%.
Com isso, o teto dos imóveis financiáveis pelas faixas 1 e 2 passa a variar entre R$ 255 mil e R$ 270 mil.
Nas capitais com mais de 750 mil habitantes, o teto chega a R$ 260 mil e, nas metrópoles, R$ 270 mil.
Nas metrópoles e capitais com população entre 300 mil e 750 mil habitantes, o limite passa a ser de R$ 255 mil.
O valor máximo do imóvel depende da faixa de renda e do porte da cidade:
Faixas 1 e 2
Faixa 3
Faixa 4
• Faixa 1: renda familiar até R$ 2.850,00
• Faixa 2: renda familiar de R$ 2.850,01 a R$ 4,7 mil
• Faixa 3: renda familiar de R$ 4.700,01 a R$ 8,6 mil
• Faixa 4: renda familiar de até R$ 12 mil
Além do reajuste dos tetos, o pacote mantém e reforça os subsÃdios concedidos pelo FGTS, que reduzem o valor da entrada das famÃlias.
A mudança se soma ao pacote de medidas adotado em novembro pelo conselho, com orçamento recorde do FGTS para 2026, de R$ 160,5 bilhões, dos quais R$ 144,5 bilhões destinados à habitação.
Segundo o Ministério das Cidades, para 2026, estão previstos R$ 12,5 bilhões em descontos habitacionais, com benefÃcios concentrados nas famÃlias de menor renda.
Serão impactados 75 municÃpios, com cerca de 51,8 milhões de habitantes, especialmente nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, onde o aumento dos custos vinha dificultando novos empreendimentos habitacionais, segundo a CBIC (Câmara Brasileira da Indústria da Construção).
Além das capitais do Norte e Nordeste, outros grandes centros urbanos com reajuste incluem municÃpios de todas as regiões do paÃs.
No Nordeste, são 20 municÃpios contemplados, com destaque para cidades da Bahia (Camaçari e Feira de Santana), do Ceará (Caucaia e Juazeiro do Norte), de Pernambuco (Olinda, Paulista, Caruaru e Petrolina) e da ParaÃba (Campina Grande).
No Norte, nove municÃpios terão atualização dos tetos, entre eles as cidades paraenses de Ananindeua e Santarém.
No Sudeste, o reajuste alcança 27 municÃpios, incluindo centros urbanos de Minas Gerais (Belo Horizonte, Contagem, Betim, Uberlândia e Juiz de Fora), de São Paulo (Campinas, Sorocaba, Ribeirão Preto e São José dos Campos), do EspÃrito Santo (Vitória e Vila Velha) e do Rio de Janeiro (Campos dos Goytacazes).
No Sul, 13 municÃpios são beneficiados, com destaque para cidades do Paraná (Curitiba, São José dos Pinhais, Londrina e Maringá), do Rio Grande do Sul (Porto Alegre, Canoas, Caxias do Sul e Pelotas) e de Santa Catarina (Florianópolis, Blumenau e Joinville).
Já no Centro-Oeste, seis municÃpios terão reajuste, abrangendo cidades de Goiás (Goiânia, Aparecida de Goiânia e Anápolis), do Mato Grosso do Sul (Campo Grande) e de Mato Grosso (Cuiabá e Várzea Grande).
Fonte: R7