Oeiras voltou a enfrentar calor extremo nesta quarta-feira (30 de setembro). Os termômetros chegaram aos 42°C, colocando o município piauiense como a cidade mais quente do Brasil, conforme dados do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET).
A marca reforça uma sequência de temperaturas excepcionalmente elevadas registrada no município ao longo de setembro. No último dia 24, por exemplo, Oeiras havia alcançado 41,5°C, ficando também com a maior temperatura registrada no país naquela data.
O calor intenso não é um fenômeno isolado em Oeiras. Nas últimas semanas, o município tem aparecido repetidamente entre as localidades brasileiras com temperaturas iguais ou superiores aos 40°C. A combinação entre temperaturas muito elevadas e baixos índices de umidade relativa do ar agrava a sensação de desconforto e aumenta os riscos à saúde e de ocorrência de incêndios em áreas de vegetação.
Setembro marcado por calor extremo
O mês de setembro tem sido especialmente quente em várias regiões do Brasil. O próprio INMET alertou para a ocorrência de temperaturas superiores aos 40°C em diferentes estados, incluindo o Piauí.
Em Oeiras, a situação chama atenção pela frequência dos registros extremos. A cidade já havia atingido 41,5°C no dia 24 de setembro, segundo o INMET, e encerra o mês novamente sob calor intenso, agora chegando à marca dos 42°C.
As altas temperaturas exigem cuidados redobrados da população. Entre as principais recomendações estão aumentar a ingestão de água, evitar exposição prolongada ao sol, reduzir atividades físicas nos horários mais quentes do dia e dar atenção especial a crianças, idosos e pessoas com problemas de saúde.
O tempo quente e seco também favorece a propagação de incêndios florestais, principalmente em áreas com vegetação ressecada. A orientação é evitar qualquer uso do fogo durante esse período e comunicar imediatamente às autoridades a ocorrência de focos de incêndio.
Com os 42°C registrados nesta quarta-feira, Oeiras encerra setembro reafirmando uma característica que tem chamado atenção ao longo de 2026: a presença cada vez mais frequente do município entre as cidades de calor mais extremo do Brasil.
Fonte: Folha de Oeiras



