Lukano Sá considera “inverídicas e incompetentes” as constatações feitas pelo Ministério Público em sua investigação e critica a atuação do promotor Carlos Rubem Campos Reis, que coordena a apuração.
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Confira a nota na íntegra:
Jus esperniandi
Transitam entre o petulante e o insensato as “reprimendas” do Prefeito de Oeiras, Lukano Sá, a este Promotor de Justiça, titular, desde 2010, da 2ª Promotoria de Oeiras, cujas atribuições incluem a proteção dos direitos difusos.
Petulante porque é completamente descabido um Prefeito Municipal – sujeito, como qualquer agente político, à fiscalização do Ministério Público e de outras instituições de controle externo – pretender determinar o “onde”, o “quando” , o “como” e, até o “porque” este Agente Ministerial deve agir no exercício de uma de suas funções públicas que é prestar contas à população de sua ação como defensor da ordem jurídica.
Insensato – e grosseiro – porque destrata de maneira torpe um membro do Parquet Estadual no legítimo exercício de suas funções, insultando-o, numa clara tentativa de desqualificar as graves, acusações levadas à publicidade no dia 17 de dezembro de 2015.
Há, também, a ridícula ameaça do “ATÉ MESMO representando-o judicialmente por tamanhas infâmias” coisa que não passa de uma verborrágica BRAVATA.



