Segundo o Sinte, o estado alegou que passa por dificuldades financeiras, e que não teria como aplicar o incremento de 6,81% aos professores e 3,15% aos demais funcionários da rede estadual.

Para o sindicato, a justificativa "não condiz com a verdade, uma vez que no decorrer de todo o processo, o governo do estado e seu secretariado foram contundentes ao (re)afirmar em todos os meios de comunicação, que o impedimento no pagamento do reajuste da categoria estava na Lei de Responsabilidade Fiscal e depois na Lei Eleitoral".
No início da semana, o governador Wellington Dias havia se manifestado, garantindo o cumprimento da decisão do Tribunal de Justiça, e que inclusive já havia autorizado a fazenda estadual a fazer a implementação dos acréscimos na folha.



