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09/11/2025 - 17:57Jovem alcança primeiro lugar no ranking feminino juvenil da Federação Piauiense de Jiu-Jitsu
AdÃlson Batista diz que um jogo de futebol se decide no meio-de-campo. E é esse setor-chave do Corinthians que o técnico terá de reconstruir a partir deste sábado, contra o Ceará, e pelas próximas três rodadas. O técnico sofreu duas baixas consideráveis em uma semana. Uma previsÃvel, outra não. E por causa delas todo o trabalho que ele demorou dois meses para construir fica comprometido.
Elias estaria em campo se não tivesse levado o terceiro amarelo, mas já desfalcaria o time nos três jogos seguintes porque vai defender a seleção brasileira. Já o caso de Ralf é diferente. Por uma fatalidade, sofreu nova contusão no tornozelo esquerdo no empate (1 a 1) diante o Botafogo.
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Elias é o pulmão do meio de campo. Corre, marca e é a válvula de escape da equipe, puxando contra-ataques e, não raro, chegando como elemento surpresa na área. Ralf é carregador de piano. Cabeça de área, é o único jogador da equipe que só tem como função destruir ou marcar o principal homem do time adversário.
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Apesar de ser bastante jovem para um treinador - 42 anos -, AdÃlson carrega vÃcios do meio, como a prática de treinos fechados. "Eu já decidi quem joga, mas só amanhã (sábado) vocês vão saber."
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Mas seu leque de opções não é tão vasto assim. Não há muita alternativa se não empurrar Jucilei para a faixa de campo que Elias ocupa. Ele também é rápido, e arma bem as jogadas, quando não se atrapalha com a bola nos pés.
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O substituto natural de Ralf é Paulinho, embora não seja um primeiro volante. Dessa forma, o time perde em marcação - mas isso é algo que pouco vai importar contra o Ceará, que virá ao Pacaembu, segundo o próprio AdÃlson, para se defender.
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AdÃlson pediu duas coisas aos jogadores. A primeira foi calma, mesmo se o adversário jogar na retranca. Calma, segundo ele, necessária para que a equipe não cometa erros como aconteceu diante do Botafogo. "Nosso time se desorganizou e foi um desespero só, quase perdemos."
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O outro pedido - quase uma ordem - é mais óbvio: vencer a partida para que a distância para o lÃder Fluminense pelo menos continue em três pontos (51 a 48). "O campeonato está afunilando e independente do adversário não podemos perder pontos", disse, sem mistério, o treinador.