A iniciativa tem como objetivo oferecer 20GB de dados móveis via 4G para o próximo semestre de aulas, de modo que os estudantes tenham a possibilidade de assistir às aulas remotas que estão sendo ministradas em plataformas de Ensino à Distância, como o Canal Educação, Pré-ENEM Seduc e o app iSEDUC Aluno através de seus celulares ou tablets. A empreitada do governo visa auxiliar os alunos, já que muitos locais do Piauí não possuem diversidade de empresas na cobertura de internet banda larga e, portanto, a conexão não é tão rápida. Para medir a velocidade da internet contratada, o Melhor Escolha, comparador de planos de telecomunicações, tem a ferramenta speed test.
Para garantir que todos os alunos da rede tenham acesso à internet, o governo estadual fez a compra dos 180 mil chips, sendo 140 mil da operadora Claro e os outros 40 mil da Vivo. De acordo com Ellen Gera, secretário de Educação, Claro e Vivo foram as escolhidas pois possuem as duas maiores coberturas do estado do Piauí.
Foi anunciado também pelo governador que a Embratel, um dos braços da Claro Fibra, ficará responsável, junto com a Secretaria de Educação, pelo gerenciamento dos dados dos chips, definindo as regras de uso das linhas adquiridas pelo governo, como quais sites e aplicativos podem ser acessados, de forma que os cartões SIMs da Claro e da Vivo sejam utilizados somente para fins educacionais. De acordo com o governo do Piauí, cerca de 86% dos alunos da rede estadual de educação estão tendo aulas de forma remota, desde o início da pandemia já foram disponibilizadas 9.300 aulas online para os 195.750 estudantes.



