O episódio fatídico chocou a sociedade picoense e diversas manifestações de apoio à família do pedreiro começaram a varrer as redes sociais virtuais. Diante da mobilização, o caso se tornou uma bandeira de luta do Movimento Negro de Picos.
Em silêncio, vestindo preto em sinal de luto, dezenas de pessoas participaram do manifesto negro. A concentração do ato foi o antigo Fórum de Picos. Do local, os manifestantes saíram em caminhada com destino à Praça Josino Ferreira, centro da cidade.
Munidos de cartazes, as mensagens revelavam revolta, indignação, pela morte de um trabalhor, por um família que chora a morte de um ente querido.
A esposa de Joilson Pereira, Raimunda Pereira, falou dos dias de angústia vividos após a morte do seu esposo.
A manifestação contou com apoio logístico da Polícia Militar e da Secretaria de Transportes, Trânsito e Mobilidade Urbana.
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)



