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Artesanato produzido pelos reeducandos da penitenciária em Oeiras é comercializado no Expoeiras

Além da ocupação do tempo e aprendizado, os produtos são comercializados na unidade penal, possibilitando uma renda aos familiares dos reeducandos.

Artesanato produzido pelos reeducandos da penitenciária em Oeiras é comercializado no Expoeiras
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A produção artesanal dos reeducandos da Penitenciária Regional de Oeiras vem ganhando destaque na primeira capital. As peças estão expostas e sendo comercializadas em um stand da 7ª edição da Expoeiras, feira agropecuária que movimenta o município e toda região até domingo(26).

A exposição é coordenada pela assistente social do Serviço Social da penitenciária, Francilandia da Silva juntamente com o grupo de apoio GAPS coordenado por Frantheska Soares, Flaviani Alves, Ayã Tomé, Velliny e Elaine Torres e a estagiária de serviço social Ceiça Gomes.

O trabalho através do artesanato é uma das ferramentas de ressocialização ofertadas no sistema prisional em Oeiras. Aproximadamente 20 reeducandos de Oeiras produzem objetos utilizados no cotidiano do piauiense. Cestas, toalhas de mesa, porta-retratos, porta-joias, chapéus e outros utensílios são produzidos na unidade penal.

Para a assistente social da penitenciária, Francilândia Sousa, a atividade tem sido enxergada com bons olhos pelos detentos e seus familiares. "A gente vê a mudança e a motivação nos reeducandos com esse trabalho. Isso nos deixa muito feliz, pois são humanos, falhos como nós, e que estão querendo a transformação de vida. E importante que todos abracem a causa e disseminam o trabalho em questão", relatou Francilândia.

O gerente da Penitenciária Regional de Oeiras, Isaú Moura, acredita no potencial e talento dos reeducandos nessa etapa do processo de ressocialização. "Nosso objetivo é que a sociedade oeirense veja que o preso também está ocupando seu tempo com a fabricação de peças artesanais. Faremos nosso trabalho para que essa produção aumente e os reeducandos possam ajudar nos sustentos de suas famílias", comentou o gerente da unidade.

Além da ocupação do tempo e aprendizado, os produtos são comercializados na unidade penal, possibilitando uma renda aos familiares dos reeducandos.

Para a exposição no Expoeiras, o grupo organizador contou com o apoio de Isáu Moura, responsável por a unidade; do empresário Cleylton Meneses e em especial do Juiz Rafael Paludo, pela atenção para com os trabalhos desenvolvidos com os reeducandos.

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