Colégio Paulo Freire celebra o Dia Nacional do Livro Infantil com alunos da Educação Infantil
17/04/2026 - 17:40Programação reúne contação de histórias, desfile de personagens e contato direto com livros em ambiente voltado à imaginação
A Sociedade Educacional Paulo Freire promoveu a Primeira Ciranda de Histórias de 2026, reunindo turmas da Educação Infantil em um encontro que integrou leitura, expressão e convivência entre escola e famílias. O espaço escolar acolheu narrativas conhecidas, recriadas pelas crianças a partir das vivências construídas ao longo do bimestre.
A Turma Mundo Mágico das Descobertas, do Maternal I, apresentou uma releitura de Os Três Porquinhos. A encenação traduziu o percurso desenvolvido em sala, com gestos e falas que evidenciaram a apropriação da história pelas crianças. A presença de pais e familiares acompanhou cada cena, compondo um ambiente de partilha e proximidade.
No Maternal II, a Turma Navegantes do Saber levou ao público a história de Cachinhos Dourados. A construção cênica refletiu o contato contínuo com a obra, revelando o desenvolvimento da escuta, da imaginação e da linguagem. O encontro com as famílias ampliou o alcance desse processo, conectando o cotidiano escolar às experiências vividas fora dele.
A Turma Estação do Saber, do Infantil I, apresentou uma adaptação de Alice no País das Maravilhas. Elementos simbólicos e composições visuais conduziram o público por um percurso entre fantasia e descoberta, em uma narrativa construída com sensibilidade e envolvimento coletivo.
Encerrando a programação, a Turma Exploradores da Leitura e do Saber, do Infantil II, encenou a obra Joana Joaninha. As crianças deram forma à história por meio de movimentos, cores e expressões, revelando o caminho percorrido durante o bimestre e a relação construída com a leitura.
Diretora da instituição, Ieda Passos situou a Ciranda como parte do processo pedagógico desenvolvido com as turmas. “A literatura ocupa um lugar permanente na rotina escolar, presente nas rodas de leitura, nas conversas, nas descobertas cotidianas. Quando as crianças chegam a esse momento de apresentação, elas trazem consigo tudo o que foi vivido ao longo do tempo, transformando a história em linguagem, em gesto e em pensamento. A participação das famílias amplia esse percurso, pois cria um vínculo concreto entre o que é trabalhado na escola e o universo da criança fora dela. Cada narrativa compartilhada nesse espaço contribui para a formação de leitores sensíveis, atentos e capazes de interpretar o mundo com mais profundidade”, afirmou.
Ao reunir histórias, vozes e presenças, a Ciranda consolidou um espaço em que a literatura se apresenta como experiência viva, inscrita na memória das crianças e compartilhada com todos que acompanham seus primeiros contatos com o universo da leitura.